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larissapinto0976

Três Informações De Design Incríveis Para Mídias sociais

Lamentamos Dizer Que A Rede social Vero é Péssima (atualizado)


Os maiores DJs do mundo estarão reunidos em Itu, cidade a 55 quilômetros de Campinas, de amanhã a domingo. Entre eles, o francês David Guetta e os holandeses Hardwell e Armin Van Buuren. “Eu amo tocar no meu País, é a minha moradia, tenho família neste local. Contudo é diferenciado a aparência da galera lá fora, o profissionalismo que se descobre no Exterior é outro.


Por aqui, as pessoas irão em festivais na celebração. A música, querendo ou não, deixou de ser a prioridade. Se os DJs estrangeiros alcançaram sucesso nos 4 cantos do planeta, o paulista Marky é o maior astro brasileiro no cenário mundial. Sua história começou nos primórdios dos clubs underground de São Paulo, ganhando o universo com o jungle/drum’n’bass, gênero nascido de uma união de elementos e batidas nos guetos de Londres.


“Antigamente, você contratava um DJ para ele tocar na sua festa em razão de ele ia transportar um som de vanguarda pro clube. Neste momento, a escolha é feita pela quantidade de ‘Likes’ que o cara tem no Facebook. UOL HOST Participa De Mais Um Seminário De Marketing Digital Promovido Na ABRADi-ISP , mesmo em vista disso, eu vejo que as pessoas não saem mais pra dançar, a música fica em segundo plano. Eu aguardo que, diante de tanta gente sensacional, no superior festival do mundo, tudo isso possa mudar”, completou. Quem garantiu ingresso pra primeira edição brasileira do Tomorrowland, segundo Marky, vai poder desfrutar os mais diferentes estilos de música eletrônica, muito contrário “daquela música chata que as pessoas costumam ouvir em baladas”, diz.


“Já toquei em inúmeras edições do Tomorrowland lá fora, pelo menos umas 4, e é superbacana pelo motivo de o som é o mais diversificado possível. Não é só pop. Para ele, a única vantagem de participar de festivais é precisamente a diversidade, em razão de há tendas, principalmente no Exterior, de numerosas vertentes da música eletrônica, como house, drum’n’bass, hip hop, tecno.


O brasiliense Alok foi escolhido em 2014 o melhor DJ do Brasil, numa eleição promovida na revista especializada House Mag. “Para mim, esse termo deveria ser mudado de melhor para mais popular. Por causa de, realmente, se você olhar no ano anterior, não há ninguém no Brasil com os meus números”, ponderou o pirralho, filho de DJs, de somente vinte e três anos.


Entre estes números, e também fazer em média vinte shows por mês, a página de Alok no Facebook conta com mais de 430 1000 seguidores. “Querendo ou não, eu toco há onze anos, deste jeito foi um comprido caminho até nesse lugar. E, o mais estimulado, é que eu nunca tinha ficado nem ao menos entre os 50 melhores DJs. Quando entrei na lista, neste instante foi em primeiro”, completou.


     
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Depois de atravessar uma temporada pela Europa, onde fez imensos cursos de DJ, Alok começou a fazer shows pelo Brasil em 2012, mesmo período em que começou a ganhar fama. “Eu vejo o Brasil como uma enorme potência da música eletrônica. O amadurecimento do público podes demorar um tanto, contudo as pessoas estão abertas a este tipo de música.


A mídia assim como. Hoje, nós, DJs, somos notícia, porque todos estão dispostos a conhecer mais esse universo. Tecnologia, Ciência E Inovações exemplo, Alok cita que, quando menina, ao contar para os colegas que seus pais eram DJs, sofria preconceito em razão de ninguém entendia super bem o que eles faziam. “Hoje, quando minha irmã diz que teu irmão é o DJ Alok, ela vira a menina mais popular pela faculdade. Have I Been Pwned? .” O brasiliense será a segunda atração do Main Stage no sábado.


Teoria. Uma discussão comum entre especialistas do ramo é sobre o assunto as habilidades em gestão e empreendedorismo entre profissionais que não tem geração na área de Administração. O setor cultural, geralmente associado à economia criativa, é formado principalmente por graduados em Artes Cênicas, Comunicação, Arquitetura e Gastronomia. Há quem defensa a reforma dos currículos pra acrescentar focos como inovação e empreendedorismo. “Não adianta nada você possuir uma cena cultural superinteressante e respeitável se você não consegue organizar e monetizar este processo”, diz o coordenador do mestrado em Gestão da Economia Criativa na ESPM-Rio.


“O amplo mote (do curso) é saber gerenciar de uma maneira sistêmica e formar projetos e produtos a partir daí”, explica Ariel. Depoimento. "Quis transmitir algo aplicável", diz Rafael Liporace, que fez mestrado de Gestão em Economia Criativa. “Sempre quis fazer um mestrado, entretanto faltava um programa literalmente pela minha área, que é Economia Criativa.



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